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02/02/09

S. João de Tarouca - Tarouca - Portugal



Convento de São João de Tarouca - Tarouca - Viseu - Portugal

O Convento de São João de Tarouca, localizado na encosta da Serra de Leomil, no distrito de Viseu, ergue-se num grande vale, ao fundo do qual corre o rio Varosa.
Inicialmente foi um
ermitério mas, em 1152, após a vitória de D. Afonso Henriques sobre os mouros em Trancoso, foi lançada a primeira pedra da igreja conventual cisterciense.
O mosteiro foi o primeiro a ser construído no país pela
Ordem de Cister.
O dormitório novo e torre sineira foram construídos no
século XVI. A última fase das obras de ampliação do mosteiro decorreu no século XIX. Em 1938 seriam restaurados os retábulos, nomeadamente o de São Pedro, atribuído a Grão Vasco.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

30/01/09

Igreja de S. João de Tarouca - Tarouca - Portugal

Exteriores da Igreja

Interiores da Igreja

Interiores da Igreja - Altar Mor

Interiores da Igreja - Orgão
Pormenores dos cadeirões
Interiores da Igreja


27/12/08

Sé Catedral de Viseu - Viseu - Portugal


Sé Catedral de Viseu é um edifício gótico, fortificado dos séculos XIII-XIV. Na frontaria encontram-se as imagens de São Marcos e São Lucas, São João e São Mateus, São Teotónio e ao alto Nossa Senhora da Assunção. A capela-mor apresenta o grandioso retábulo e o cadeiral do coro, de salientar a imagem da padroeira, Nossa Senhora do Altar-Mor em grande destaque. O novo altar, projecto do arquitecto Luís Cunha, concede à Sé de Viseu um ar contemporâneo. A sacristia, construída em 1574, possui tecto de madeira apainelada e está decorado com pinturas a têmpera, semelhantes às existentes na capela-mor. As paredes encontram-se forradas a azulejo de padrão do século XVII.Já a capela de Dom João Vicente (Bispo de Viseu - 1446/1463) é um dos locais mais interessantes do ponto de vista arquitectónico da Catedral, utilizando ornatos de linhas rectas e entrelaçados. O Claustro da Sé foi erguido entre 1528 e 1534 graças a Dom Miguel da Silva. (Monumento Nacional)

Museu de Grão Vasco - Viseu - Portugal


O Museu Grão-Vasco, considerado Monumento Nacional, é um excelente espelho da importância cultural e patrimonial de Viseu. Instalado no antigo Paço Episcopal, edifício do século XVI adossado à Sé, que foi Paço dos Bispos de Viseu e Colégio-Seminário Conciliar, o museu foi inaugurado em 1918. O seu principal núcleo é composto pelas obras do lendário Grão Vasco (ou Vasco Fernandes, n. 1540), mestre natural de Viseu que muito marcou a pintura portuguesa quinhentista de carácter erudito, influenciada pelo renascimento italiano. Existe também um importante núcleo de pintura dos séculos XIX e XX, onde se destacam Columbano, Silva Porto, Malhoa, Dórdio Gomes e Alfredo Keil, entre outros. Destaque ainda para os exemplares de escultura, cerâmica, tecidos e mobiliário.Entre 2001 e 2003, o museu foi objecto de um extenso plano de recuperação e intervenção, tendo reaberto ao público em 2004, profundamente reformado.

20/11/08

Sé de Lamego - Portugal

Claustro da Sé de Lamego.

Pormenores...

Detalhe da portada principal da Sé de Lamego.

Lamego - Portugal

Sé de Lamego

Da antiga catedral romântica de Lamego resta a torre. pois que a primitiva construção sofreu profundas alterações em mais do que uma época.
Virgílio Correia, no seu livro "Monumentos e Esculturas" refere, em particular, a torre: "A silharia que a compõe está toda siglada, e três das suas paredes são vasadas da janelas de arco aguçado ou trilobado". E mesmo este monumento foi subido um pouco pelo bispo D. Manoel de Noronha, que lá deixou assinalada a obra com o seu escudo de armas.
Por muito tempo serviu de cadeia, até que D. Frei Feliciano de Nossa Senhora, bispo de Lamego de 1742 a 1771, "mandou fazer aljube para guarda dos culpados, tirando-os da torre dos sinos, cárcere tenebroso, que mais parecia sepultura dos mortos".
Altos estão os sinos, daqui não reparamos neles senão quando repicam, cantando festivos, ou quando dobram, sombrios de tristeza.
Nos oito olhais da torre estão, hoje, sete sinos. Na fachada principal, os dois grandes bronzes são do pontificado de D. João António Binet Pincio (1786-1821): a um chamam "do Senhor Bispo", ao outro, o "sino grande" que é tangido quando o Senhor do Paços vem à Sé.
Foi este "sino grande" que nos lembrou, agora, uma tradição arquivada por Bernardino Zagalo nas suas "Telas Antigas", de um velho sino da torre da Sé lamecense.
Nos fins da Era de Quinhentos, logo a subida e à direita da rua Pereira - mais antiga do que a Era - feita e cozida a forma, estavam em fusão o cobre e o estanho para um novo sino o, que iria servir nas funções mais solenes da catedral. Fidalgo e interessado no engrandecimento da Sé lamecense, o bispo D. António Telles de Menezes quis que o novo sino superasse os das demais cidades episcopais. Para que a sonoridade e o timbre saíssem mais belos, foi à Rua da Pereira e, ele mesmo, despejou magnanimamente nos metais em fusão, um açafate da arrecadadas moedas de ouro, do reinado de D. João III. É mais uma das "histórias "do "sino de ouro" da Sé de Lamego...
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