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01/04/10

Cascatas e quedas de água










Faia da Água Alta - Bemposta - Lamoso

A queda de água da Faia Alta, em Lamoso, com mais de 40m de desnível constituí um dos monumentos naturais mais relevantes de todo Parque Natural do Douro Internacional, e corresponde a uma das maiores quedas de água de Portugal Continental.
A linha de água que a alimenta é denominada Ribeira de Lamoso e nasce nos planaltos entre Tó e Brunhozinho, percorrendo terrenos graníticos até chegar à Ribeira de bemposta que por sua vez tem a foz no Rio Douro entre as frguesias de Bemposta e Peredo de Bemposta.

07/03/10

Cascatas e quedas de água




Cascata da Cabreia

A Cascata da Cabreia é uma cascata portuguesa de origem fluvial que se localiza na Serra da Cabreia, à freguesia de Silva Escura, concelho de Sever do Vouga e distrito de Aveiro.

Cascatas e quedas de água




Cascata da Cabreia

Situada na serra homónima, a Cascata da Cabrela tem 25 metros de altura. As águas, provenientes do do rio Mau caem para uma bacia fluvial, envolta numa vegetação densa, onde o verde se estende até ao alcance da vista. Uma atmosfera tranquila complementada com um parque de merendas.

Cascatas e quedas de água


Tabuaço - Viseu

24/10/09

Seca...



A flor seca

Vai, flor gentil, vai, prenda suspirada,
doce mimo d´amor terno e fagueiro,
vai, que ele mesmo grato e prazenteiro,
ele te há-de levar à minha amada.


Cumpre o que ela te impôs, que é lei sagrada:
se mudada te achar, sem cor, sem cheiro,
se o viço, a gala do verdor primeiro
em tuas pálidas folhas vir crestada,


diz-lhe que mais que a ti, mais me queimara
o intenso ardor daquela saudade
que a ambos neste estado nos deixara.


Oh! se um benigno influxo de piedade
de seus formosos olhos te orvalhara...
Qual de nós ambos reviver não há-de?

Almeida Garrett

Fim da vida...



...e um dia, sem mais nem menos, a flor morreu.

Vida...



"Simples coisas da Vida"

É errado pensar que a vida é um jogo e que, se algo correr não exactamente de acordo com as nossas expectativas, podemos jogá-lo de novo desde o início, com novas oportunidades de êxito. Seria uma tolice considerar que temos direito a um caminho de triunfos, sem sofrimentos nem desilusões, sem coragem nem heroísmo. Porque isso não sucede a ninguém e não é deste mundo. Aqui é preciso escolher e, depois, seguir em frente até ao fim. Por vezes com os ombros pesados de cansaço, de dor, de desilusão, de fracasso... (Paulo Geraldo)

09/06/09

ARCO-ÍRIS...


A LENDA DO ARCO-ÍRIS
.
O João era pobre. O pai tinha morrido e era muito difícil a mãe manter a casa e sustentar os filhos.Um dia ela pediu-lhe que fosse pescar alguns peixes para o jantar.O João reparou numa coisa a mexer-se no meio do arvoredo. Aproximou-se sorrateiro, abaixou-se, afastou as folhas devagarinho e . . . viu um pequeno homem sentado num minúsculo banco de madeira. Costurava um colete verde com um ar compenetrado enquanto cantarolava uma musiquinha.À frente do João estava um anão. Rapidamente esticou o braço e prendeu o homenzinho entre os dedos.- Boa tarde, meu senhor.Como estás, João? - respondeu o homenzinho com um sorriso malicioso.Mas o anão tinha montes de truques para se libertar dos humanos. Inventava pessoas e animais a aproximarem-se, para que desviassem o olhar e ele pudesse escapar.- Diz-me lá, onde fica o tesouro do arco-íris?Mas o anão gritou para o João que vinha lá um touro bravo a correr bem na sua direcção. Ele assustou-se, abriu a mão e o anão desapareceu.O João sentiu uma grande tristeza, pois quase tinha ficado rico.E, com estas andanças, voltou para casa de mãos a abanar, sem ter pescado peixe nenhum. Mal chegou contou à mãe o sucedido. Esta, que já conhecia a manha dos anões, ensinou-o:-Se alguma vez o encontrares, diz-lhe que traga o tesouro imediatamente.Passaram-se meses.Até que um dia, ao voltar para casa, sentiu os olhos ofuscados com um brilho intenso. O anão estava sentado no mesmo pequeno banco de madeira, só que desta vez consertava um dos seus sapatos.- Cuidado! Vem lá o gavião! - gritou o anão, fazendo uma cara de medo.- Não me tentes enganar! - disse o João. - Traz já o pote de ouro!- Traz já o pote de ouro ou eu nunca mais te solto.- Está bem! - concordou o anão. - Desta vez ganhaste!O pequeno homem fez um gesto com a mão e imediatamente um belíssimo arco-íris iluminou o céu, saindo do meio de duas montanhas e terminando bem aos pés do João.As 7 cores eram tão intensas que até esconderam o pequeno pote de barro, cheio de ouro e pedras preciosas, que estava à sua frente.O anão baixou-se, com o chapéu fez-lhe um aceno de despedida, e gritou, pouco antes de desaparecer para sempre:- Adeus, João! És um menino esperto! Terás sorte e serás feliz para sempre!E foi o que aconteceu. O pote de ouro nunca se esgotou e o João e a sua família tiveram uma vida de muita fartura e de muita alegria.
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