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21/04/11
15/02/11
12/01/11
01/01/11
01/06/10
01/04/10
Cascatas e quedas de água
Faia da Água Alta - Bemposta - Lamoso
A queda de água da Faia Alta, em Lamoso, com mais de 40m de desnível constituí um dos monumentos naturais mais relevantes de todo Parque Natural do Douro Internacional, e corresponde a uma das maiores quedas de água de Portugal Continental.
A linha de água que a alimenta é denominada Ribeira de Lamoso e nasce nos planaltos entre Tó e Brunhozinho, percorrendo terrenos graníticos até chegar à Ribeira de bemposta que por sua vez tem a foz no Rio Douro entre as frguesias de Bemposta e Peredo de Bemposta.
07/03/10
Cascatas e quedas de água
Cascata da Cabreia
A Cascata da Cabreia é uma cascata portuguesa de origem fluvial que se localiza na Serra da Cabreia, à freguesia de Silva Escura, concelho de Sever do Vouga e distrito de Aveiro.
Cascatas e quedas de água
Cascata da Cabreia
Situada na serra homónima, a Cascata da Cabrela tem 25 metros de altura. As águas, provenientes do do rio Mau caem para uma bacia fluvial, envolta numa vegetação densa, onde o verde se estende até ao alcance da vista. Uma atmosfera tranquila complementada com um parque de merendas.
11/02/10
25/01/10
01/12/09
08/11/09
24/10/09
Seca...
A flor seca
Vai, flor gentil, vai, prenda suspirada,
doce mimo d´amor terno e fagueiro,
vai, que ele mesmo grato e prazenteiro,
ele te há-de levar à minha amada.
Cumpre o que ela te impôs, que é lei sagrada:
se mudada te achar, sem cor, sem cheiro,
se o viço, a gala do verdor primeiro
em tuas pálidas folhas vir crestada,
diz-lhe que mais que a ti, mais me queimara
o intenso ardor daquela saudade
que a ambos neste estado nos deixara.
Oh! se um benigno influxo de piedade
de seus formosos olhos te orvalhara...
Qual de nós ambos reviver não há-de?
Almeida Garrett
Vida...
"Simples coisas da Vida"
É errado pensar que a vida é um jogo e que, se algo correr não exactamente de acordo com as nossas expectativas, podemos jogá-lo de novo desde o início, com novas oportunidades de êxito. Seria uma tolice considerar que temos direito a um caminho de triunfos, sem sofrimentos nem desilusões, sem coragem nem heroísmo. Porque isso não sucede a ninguém e não é deste mundo. Aqui é preciso escolher e, depois, seguir em frente até ao fim. Por vezes com os ombros pesados de cansaço, de dor, de desilusão, de fracasso... (Paulo Geraldo)
09/06/09
ARCO-ÍRIS...

A LENDA DO ARCO-ÍRIS
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O João era pobre. O pai tinha morrido e era muito difícil a mãe manter a casa e sustentar os filhos.Um dia ela pediu-lhe que fosse pescar alguns peixes para o jantar.O João reparou numa coisa a mexer-se no meio do arvoredo. Aproximou-se sorrateiro, abaixou-se, afastou as folhas devagarinho e . . . viu um pequeno homem sentado num minúsculo banco de madeira. Costurava um colete verde com um ar compenetrado enquanto cantarolava uma musiquinha.À frente do João estava um anão. Rapidamente esticou o braço e prendeu o homenzinho entre os dedos.- Boa tarde, meu senhor.Como estás, João? - respondeu o homenzinho com um sorriso malicioso.Mas o anão tinha montes de truques para se libertar dos humanos. Inventava pessoas e animais a aproximarem-se, para que desviassem o olhar e ele pudesse escapar.- Diz-me lá, onde fica o tesouro do arco-íris?Mas o anão gritou para o João que vinha lá um touro bravo a correr bem na sua direcção. Ele assustou-se, abriu a mão e o anão desapareceu.O João sentiu uma grande tristeza, pois quase tinha ficado rico.E, com estas andanças, voltou para casa de mãos a abanar, sem ter pescado peixe nenhum. Mal chegou contou à mãe o sucedido. Esta, que já conhecia a manha dos anões, ensinou-o:-Se alguma vez o encontrares, diz-lhe que traga o tesouro imediatamente.Passaram-se meses.Até que um dia, ao voltar para casa, sentiu os olhos ofuscados com um brilho intenso. O anão estava sentado no mesmo pequeno banco de madeira, só que desta vez consertava um dos seus sapatos.- Cuidado! Vem lá o gavião! - gritou o anão, fazendo uma cara de medo.- Não me tentes enganar! - disse o João. - Traz já o pote de ouro!- Traz já o pote de ouro ou eu nunca mais te solto.- Está bem! - concordou o anão. - Desta vez ganhaste!O pequeno homem fez um gesto com a mão e imediatamente um belíssimo arco-íris iluminou o céu, saindo do meio de duas montanhas e terminando bem aos pés do João.As 7 cores eram tão intensas que até esconderam o pequeno pote de barro, cheio de ouro e pedras preciosas, que estava à sua frente.O anão baixou-se, com o chapéu fez-lhe um aceno de despedida, e gritou, pouco antes de desaparecer para sempre:- Adeus, João! És um menino esperto! Terás sorte e serás feliz para sempre!E foi o que aconteceu. O pote de ouro nunca se esgotou e o João e a sua família tiveram uma vida de muita fartura e de muita alegria.
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